| O II Colóquio Internacional sobre Acolhimento Familiar |
|---|
Entrevista Claudia Cabral da ONG terra dos Homens
|
Acolhimento Institucional |
Acolhimento Familiar |
|
|---|---|---|
Diferenças |
Realizado por instituições governamentais e não governamentais |
Realizado no espaço familiar. Uma família acolhe em sua casa uma criança filho de uma outra família |
Quanto à guarda |
Pessoa Jurídica |
Pessoa Física |
Quanto à Responsabilidade |
Os profissionais, muitas vezes, assumem os cuidados com a criança / adolescente |
Os profissionais criam um contexto para que as famílias, acolhedora e de origem, possam assumir os cuidados com a criança. |
Quanto ao espaço físico e atendimento das necessidades |
Em coletividade |
Convivência familiar e comunitária; individualizado. Em geral, o acolhimento se estende aos irmãos. |
Quanto à convivência |
Geralmente periférica |
O crescimento em ambiente familiar é mantido |
Quanto à convivência |
Geralmente estimulada pelos profissionais do abrigo |
Esta é garantida pela rotina natural da família que acolhe |
Quanto à manutenção |
Os vínculos com os educadores, em geral, são interrompidos após a saída da criança e do adolescente |
Os vínculos com a família acolhedora são, em grande parte, mantidos ao longo da vida da criança e do adolescente |
Portal do Voluntário - Quem participa do Acolhimento?
|
|---|
![]() |
Portal do Voluntário - Quais os objetivos do II Colóquio Internacional sobre Acolhimento Familiar?
|
|---|
Claudia Cabral - Uma diferença está no tempo de acolhimento. Em alguns países o tempo em que uma criança permanece em uma família acolhedora é indeterminado enquanto em outros não. Na Argentina a criança acolhida pelos avós e parentes é incluída em programa de Ac. Familiar. No Brasil, a participação da família extensa (tios, avós) se dá em programas de reintegração familiar, não no acolhimento. A profissionalização também difere em relação a outros paises. No Brasil, as famílias acolhedoras são voluntárias. Recebem um subsídio financeiro destinado ao custeio das despesas da criança/adolescente na própria família e/ou nos casos de reintegração. Na França, por exemplo, são profissionais de carteira assinada que acolhem estas crianças.
|
|---|