![]() |
|---|
Família sem pai heterossexual engorda lista de crimes |
Se você está preocupado com a insegurança publica, comece por apoiar a ONG Brasil Sem Grades, ONG gaúcha que lançou ontem a campanha para mobilização sobre a paternidade responsável em Porto Alegre. “Começa por aí”, avisou o presidente da entidade, o gaúcho Luiz Fernando Oderich.
A ONG acha que a maior parte da delinqüência deve-se à falta de pai em casa. Existem ene estudos que comprovam isso: onde não tem pai, homem heterossexual, a coisa desanda. Nos Estados Unidos, os estupros caíram 50% depois que foram autorizados os abortos (mães solteiras são as que mais fazem abortos). Uma campanha gaúcha um pouco diferente, mas que cumpre o mesmo objetivo, foi iniciada na Restinga, bairro pobre de Porto Alegre, com o objetivo de conter a gravidez indesejada. A agência de publicidade gaúcha Competence está ajudando a campanha gratuitamente, mas quer que mais gente auxilie o movimento, apelo que é compartilhado pela equipe desta página. Vale a pena repetir o vetor da campanha: a maior parte da delinqüência deve-se à falta de pai em casa . O objetivo da campanha é mobilizar a sociedade civil a fortalecer o novo conceito de planejamento familiar: a paternidade consciente. Segunda-feira foi divulgada a campanha publicitária “Escola do Crime”, desenvolvida pela Competence, que tem como mote “Brasil Sem Grades é Brasil de Pais de Verdade”. “Com a campanha, pretendemos colocar o dedo na ferida em uma realidade que muitos teimam em não ver: a relação entre a drogadição, a delinqüência juvenil, os comportamentos anti-sociais e a ausência da figura paterna na educação”, afirma o empresário e presidente da Brasil Sem Grades, Luiz Fernando Oderich. E complementa: “Sonhamos com um Brasil seguro e sem grades. Queremos combater a violência, enfrentando as suas causas que começam na paternidade responsável”. No evento, foi realizada a palestra “Em Nome do Pai” pelo psiquiatra e presidente da ABEAD (Associação Brasileira de Estudos sobre o Álcool e outras Drogras), Sérgio de Paula Ramos. De acordo com o psiquiatra, a figura do pai é fundamental para evitar as drogas na adolescência. As ações esperadas do pai como professor deve ser de acolhimento, suscetível a trocas afetivas, de noção clara de limites, sendo capaz de os impor com naturalidade. Ele afirma também que a fragilização das figuras materna e paterna cresce com o surgimento da “ditadura dos filhos”. Isso porque crianças e adolescentes estão mais onipotentes, tendo cada vez mais experiências precocemente e exigindo soluções imediatas. Fonte: ONG Brasil sem Grades
|